terça-feira, 30 de agosto de 2011

Trip, again.


EU NÃO QUERIA VOLTAR! Perdi a conta de quantas vezes disse isso, mas eu realmente não queria voltar. Não que lá seja o lugar escolhido pra eu morar, passar o resto da minha vida, mas pelo fato de tudo ser tão diferente daqui, diferente pra melhor. Confesso, se me pedissem: “Mariana, escolha qualquer lugar do mundo pra ir viajar/morar, agora”, eu não escolheria um lugar com praia, até porque areia e água salgada me irritam, tudo gruda, não sai direito e fica aquela meleca, - mas que saudade disso tudo – eu escolheria sim uma cidade grande cheia de concreto, prédio, muitas lojas, museus, parques, cinemas, bibliotecas gigantes, tudo o que nessa cidade minúscula e... exagerando assim, “sem cultura” deveria ter.
Enfim, a cidade é linda, enorme, tem essas coisas que eu citei e ainda lugares com praia mais lindas de tudo o que eu nessa curta e humilde vida já pude ver. E o pôr-do-sol? Nunca vi mais lindo, embora escurecesse às 17:30 eu adorava ficar na piscina de frente pro mar vendo o sol se abaixando cada vez mais e fazendo aqueles riscos maravilhosos por trás das nuvens, e pensar que nesse horário aqui eu estaria saindo do trabalho morta de cansada ou em casa recolhendo a roupa do varal. Acordar às 6:30 da manhã com aquele sol lascado, não era motivo pra tristeza não, porque eu sabia que estaria levantando pra ir me apaixonar por qualquer lugar. Vi até golfinho, gente! Golfinho! Tá bom, exagerei, mas vi ^^ Entrar naquele forte de frente pro mar e ouvir o que o guia dizia que aconteceu há mais de 400 anos, aquelas coisas que a gente ouvia nas aulas de História, e olhar/tocar tudo aquilo, era muito surreal, aí a pessoa aqui tem o azar de acabar a bateria da máquina e não tira foto :@
Se é precipitado eu dizer que essa viagem foi como um divisor de águas na minha vida, eu digo então que foi QUASE! Não se foi o ar, a água, o sol, as pessoas, mas que algo dentro de mim mudou, mudou! Quero nascer nordestina na próxima encarnação hahahahaha no últimos dias tava até com sotaque auhsuashaushausa
E o Rio de Janeiro? Vi pouco, mas vi!!!!!!! E falando nisso, vou ter que comentar um acontecido. No ônibus que levava a gente pros passeios, tinham 2 cariocaX, aí vai eu perguntar (olha só que idiota) pra elas se viam muitos famosos por lá, e a mais velha me responde: “eu não, não moro muito perto disso, e também que diferença faz eu ver, vão me dar 100,00? Vai mudar minha vida? Uma vez a Christiane Torloni entrou no mercado que eu trabalho e formou uma muvuca em volta dela, vieram me pedir se eu não ia lá e eu disse: ir pra que? Vou ganhar alguma coisa com autógrafo?” HAOhaoAHoahOAHoa ao mesmo tempo que eu ri, eu morri de vergonha por ter perguntado aquilo, e disse: é que pra gente é tão distante ^^
Mas no aeroporto eu vi um famoso :) o Serjão Loroza (tá bom que vocês vão pro Google procurar quem é?) hehehehe aí a Anna tira foto e depois pergunta: “quem é?” Desculpa, Annaaaaaaaa, mas eu me matei de rir ^^
Falando em Anna, só ela pra passar por tudo isso comigo, embora tivemos estresses e incômodos foi tudo tão perfeito! (Nem tudo, o cheiro de camarão e frutos do mar quase me matavam, éca)
Aí estão poucas fotos, mas são pra vocês verem como não exagerei.




sexta-feira, 19 de agosto de 2011

trip.

Natal - RN


Aí vou eu! Ou melhor... nós =) eu e a @anapelanda.
Que dê tudo certo, que a gente aproveite MUITO e descanse BASTANTE ;)
Beijo pra vocês =*

♪ Partiu, e seja o que Deus quiser. De óculos escuros eu vejo o que você não vê. ♫



segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Um blues desconsertante

NÃO tem como não se emocionar ou se arrepiar, vendo esse senhorzinho foda falando sobre o que é blues, e esse "senhorzinho foda" nada mais é do que o Son House.
Confesso que não fui mais a mesma pessoa depois desse vídeo.

Depois descobri que o Dallas Green gravou uma das minhas músicas preferidas do Son House. Aí, meu bem, eu me arrepiei mais ainda.
Primeiro ouça a música cantada pelo Son House:

Agora pelo Dallas Green:


E aí, tu ainda é a mesma pessoa?
Sim? o.O




segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Estava eu naquele dia de domingo, citado no último post, sentada na área da minha casa com tererê pronto, esperando a dona Ana chegar. Aos meus pés, dona Ester com suas infinitas perguntas e o Fidel nos olhando só de relance, deitado sobre as também infinitas folhinhas da calçada. Justamente essas folhinhas bem inhas mesmo e aos montes, me deixaram com uma súbita raiva, porque já havia varrido aquela imensidão de calçada e após o término de todo esse trabalho... elas estavam lá de volta :@ (o maldito Ciclo de Sísifo tão citado  por Rita Félix Fortes). Ao me jogar na cadeira pelo cansaço, olho pra cima e o que vejo? A tão linda árvore com seus galhinhos miudinhos, cheia de folhinhas verde-limão, noviiinhas, recém nascidas. Aí me lembrei de como AMO árvores peladas, sem nenhuma folhinha, em que os galhos parecem as veias do corpo humano, daquelas que a gente viu nos mapas das aulas de Biologia. Essas folhinhas que caem e me fazem bolhas nos dedos por varrê-las. Tenho paixão por árvores assim e tenho uma preferida, é uma que tem no trecho Palotina-Nova Santa Rosa, ela é tão bem situada que parece que o carro vai atropelá-la quando de repente a curva o joga pro lado direito. Ela parece um baobá do livro do "Pequeno Príncipe" e o que mais me fascina, eu não lembro de a ter visto em 4 anos com alguma folha se quer! Cheguei a tirar foto dela com meu antigo celular, mas acabei perdendo. Ainda tiro de novo.
Logo depois que a árvore fica toda peladinha, é óbvio que começam a nascer as folhinhas, liiindas verdinhas clarinho. Eu TIVE que registrar aquela coisa bonita, como celular mesmo.

Pra vocês verem como sou vidrada em árvores, tirei essas fotos debaixo, com meu antigo celular:
Essa é datada de 17/08/2009

E essa de 30/08/2009

A mesma árvore com 13 dias de diferença :)
Ora, se não fosse as folhinhas que caem me dando trabalho para varrê-las, como eu teria o apreço por árvores peladas?









domingo, 7 de agosto de 2011

laziness.

Preguiça de domingo, de acordar tarde, olho inchado, Pringles de almoço, passar o dia com camisa de banda, deitar no sofá e assistir seriado ou ficar aqui ouvindo City and Colour. O dia mais gostoso de se sentir inútil! 
Até que não lance o álbum novo do Jane's Addiction e do RHCP, o melhor desse ano vai pra esse moço da foto. Little Hell - Dallas Green :)

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Era uma vez um ensaio...

Era uma vez um ensaio, o qual deu MUITA dor de cabeça aos alunos de Literatura Inglesa da Unioeste.
Lembro que só de pensar nele, tinha vontade de chorar, mas aí chega o dia que tu gruda a bunda na cadeira e digita... digita... pesquisa... lê... relê... apaga... aí sai aquele trabalho que você tem vergonha de entregar pra professora e tenta não imaginar a cara dela lendo o que você se matou pra escrever. A parte boa, é quando você acha que tá uma bosta, mas quando ela te entrega, você simplesmente tira 10,0 e ainda te sugere publicá-lo em alguma revista :D (como eu não achei nenhuma, publico no bRog, mesmo ^^)
Enfim... é um ensaio sobre o conto "A very old man with enormous wings" de Gabriel García Márquez em paralelo com trechos do livro "A Metamorfose" de Franz Kafka.

~PAUSA~ Você deve estar se perguntando porque o ensaio é sobre um autor colombiano se a disciplina era Literatura Inglesa? Pois eu perguntei o mesmo para a senhora Nelza Mara, e como a maioria das suas respostas, eu não entendi nada o.O

Boa leitura ;)
O comum entre os estranhos
            Muito se lê sobre as personagens criadas pelo escritor colombiano Gabriel Garcia Márquez em que este, mistura realidade e fantasia fazendo com que esse caráter rompa com toda a “lei natural”, por consequência de sua imaginação fértil. Busca-se então, pesquisar e estudar o personagem principal que percorre pelos campos do “realismo mágico” e o “realismo fantástico” dentro do conto A very old man with enormous wings, o qual toda a história gira em torno do “homem” que caí do céu e possui asas de anjos e é encontrado pelo personagem Pelayo perto de sua casa. Tomado como exemplo o personagem do homem velho em paralelo com o protagonista de A Metamorfose, ele carrega toda carga fantástica característica desse autor, e que já foi denominado por ele mesmo como absurdo.
            O surreal já se mostra presente no início do conto, em que o homem velho aparece de forma “misteriosa” na costa da praia onde é encontrado depois por Pelayo. Este, ao se aproximar daquele corpo caído, percebe que se trata de um homem que possui asas, este fato o leva a pensar que seria um anjo caído do céu. No decorrer dos dias, o tal “anjo”, como era chamado pelas pessoas da vila, falava uma língua estranha que até foi considerada como a língua dos anjos, não comia, e cada vez mais se comunicava menos, causando estranhamento por parte das pessoas. Com o objetivo de ganhar dinheiro, o casal cobrava as pessoas para que o homem pudesse realizar milagres, acontecimento que foi frustrado, já que todas as tentativas foram equivocadas.
            Ao ler o conto por uma única vez, e sem uma leitura cuidadosa, podemos pensar que aquele homem deveria mesmo ser um anjo, pois possuía asas, e que ser humano terrestre tem asas? Não conhecemos anjo de formas humanas, mas que são anjos por terem asas para voar? Porém, em todo o conto o autor parece tratar esse personagem “irreal” com naturalidade, pois “o interesse de mostrar o irreal ou estranho como algo cotidiano e comum” é uma das principais características do realismo fantástico. Como também pontua Selma C. Rodrigues no artigo de Menalton Braff:

O fantástico de García Márquez é “naturalizado” porque os fatos não são questionados. “No texto de García Márquez não há explicação: os atores se encontram integrados num universo de ficção total onde o verossímil se assimila ao inverossímil numa completa coerência narrativa, criando o que se poderia chamar de uma verossimilhança interna” (BRAFF, 2010).
           
            Essa maneira de escrever sobre coisas fantásticas, irreais, ou até mesmo como ele mesmo já as considerou como absurdas, deveu-se em grande parte ao livro A Metamorfose de Franz Kafka, lido em sua adolescência e quando se deparou com a frase que abre o livro “Uma manhã, ao despertar de sonhos inquietantes, Gregor Samsa deu por si na cama transformado num gigantesco insecto” (KAFKA, 1988) García Márquez se questionou, então, se ele poderia criar situações e personagens impossíveis como a daquele livro. Fortemente encantado com aquele autor que criava essas personagens fantásticas e que “não seguia uma narrativa reta e desdobrava-se fora de um espaço tradicionalmente já demarcado” ele disse certa vez que as palavras de Kafka teriam sido ecos de sua avó que lhe contava histórias de coisas “terrivelmente selvagens” com muita naturalidade.
            O personagem de Gabriel García Márquez tem em comum com Gregor Samsa de Franz Kafka a questão da linguagem, pois o primeiro não fala uma língua entendida pelos humanos e o segundo após ter se metamorfoseado em um inseto, passa a não se comunicar mais na linguagem humana. Ambos despertam no leitor o interesse de entender, de desvendar o que acontece com essas personagens, que muitas vezes passam o sentimento de aversão por serem tão surreais e esquisitas. É nesse ponto que voltamos à citação de Braff de que “no texto de García Márquez não há explicação” o texto acaba e deixa o leitor sem respostas para suas perguntas, inquieto. Em nenhum momento Samsa se pergunta o motivo daquela transformação, o que não é explicado também para o leitor; no conto de Márquez, também deixa claro que ser era aquele, com corpo de humano, com asas e que falava uma língua que não se entendia.
            Segundo João de Melo, o segredo desse “realismo fantástico” foi a descoberta de uma prática simples e, no entanto, deslumbrada, que se referia aos grandes temas sociais, “envolvendo as realidades descritas numa auréola de sonhos, crenças e rituais lendários que bem podem estar na origem de uma nova mitologia literária." Partindo desse ponto, pode-se dizer que Kafka usa a história de Gregor Samsa para denunciar o pesado capitalismo da sua época, em que a sociedade se afundava. O personagem trabalhava incessantemente para sustentar sua família e, depois da sua transformação, passou a ser um imprestável, inútil, alternando os papéis.
            A história do “homem” com asas pode ser entendida como uma denúncia às pessoas que discriminam ou maltratam os mais fracos, dependentes e diferentes. Há no conto, momentos de crueldade por parte de Elisenda e Pelayo quando o deixam no galinheiro sozinho, sem comida, e proíbem o filho de se aproximar do local. Como já dito anteriormente, eles chegaram a usar o “homem” para ganhar dinheiro. Há uma certa ironia, pois quando Pelayo vê pela primeira vez o homem caído, sua família estava passando por dificuldades, a casa estava infestada de caranguejos e seu filho estava gravemente doente. Até então, tratam o “homem” como um “anjo”, afim de que ele pudesse curar o menino da doença. Após também terem ganhado dinheiro suficiente para construir uma casa nova, às custas do ser estranho. Quando este não servia mais para nada, foi deixado de lado, abandonado no galinheiro.
            Quando o médico examina o homem da aldeia, ele percebe como, naturalmente, as asas se encaixam com o resto do seu corpo. In fact, the doctor even wonders why everyone else doesn't have wings as well. Na verdade, o médico ainda se pergunta por que todo mundo não tem asas também, ou seja, The ultimate effect is to suggest that the old man is both natural and supernatural at once, having the wings of a heavenly messenger but all the frailties of an earthly cre o velho é natural e sobrenatural ao mesmo tempo, tem as asas de um ser celestial, mas possui todas as fragilidades de uma criatura terrena.
            O estilo de García Márquez é notado já no início do conto, que começa com “The world had been sad since Tuesday”, misturando o comum e o fantástico, incluindo os enxames de caranguejos e a areia lodosa que parece “luz em pó”.
            Todos esses aspectos intrigantes que despertam no leitor uma curiosidade que não é saciada, permanecem sem respostas, como cita Hübner “O importante, afinal, não é nem a interpretação em si nem a crítica, mas simplesmente o fato de que não se é o mesmo após a leitura do conto”.
Referências Bibliográficas
A METAMORFOSE Franz Kafka. Disponível em: <http://surrealismodoacaso.wordpress.com/2006/09/16/a-metamorfose-franz-kafka/>Acesso: 17 nov 2010.
A VERY Old Man With Enormous Wings: A Tale For Children Gabriel García Márquez. Disponível em: <http://salvoblue.homestead.com/wings.html> 
HUBNER, Beatriz. Franz Kafka A Metamorfose: Possíveis Leituras. Disponível em: <http://www.filologia.org.br/iiijnlflp/textos_completos/pdf/Franz%20kafka,%20a%20metamorfose%20%E2%80%93%20poss%C3%ADveis%20leituras%20%20BEATRIZ.pdf> Acesso em: 17 nov 2010.

KAFKA, Franz. A Metamorfose. 8ª ed. Tradução Agostinho da Silva, Biblioteca de ouro da Literatura Universal, São Paulo, 1988.
REALISMO Mágico.Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Realismom%C3%A
1gico> Acesso em: 17 nov 2010.

1gico> Acesso em: 17 nov 2010.



terça-feira, 2 de agosto de 2011

Vegechatismo


Eu sei que você deve ter lido o título e pensado: “af, que chato, nem quero ler”.
Confesso que quando alguém me dizia que era vegetariana, a impressão que eu tinha era de que passava fome, que estava desnutrida e que fosse uma chata. Logo me imaginava não comendo carne, mas pensava, credo, carne moída é horrível, frango já to enjoada, peixe como uma vez por ano e churrasco só se for bem feito. So... why not? Como ia começar a Quaresma (sim gente, aqui em casa é levada a sério) eu decidi que ia tentar ficar sem comer nada, mas nada mesmo que tivesse carne, nem miojo de galinha hehehehe e não é que não foi “NOSSA QUE COISA DIFÍCIL!” Peguei um certo “nojo”, acho que foi pelo tempo que fiquei sem e deu certo =) Hoje faz exatamente 5 meses e não estou desnutrida (vê-se muito bem). Mas claro, tentei tomar umas cápsulas horríveis de Ômega 3 para repor a ausência, e fuuuuui, sério... passava o dia todo arrotando com gosto de peixe ^^
OBS: não foi influência de ninguém, ok? ;)

Os lados ruins são que:
1) Você tem que ver as pessoas torcendo o nariz e dizendo que tu virou vegetariana só para falar ¬¬.

2) Quando alguém te convida pra jantar, você aceita, mas fica torcendo pra ela não perceber que tu não vai comer o churrasco/carne/lasanha/pizza, porque daí vai ter que explicar tudo e consequentemente presenciar o primeiro item.

3) Elas te perguntam: “mas então você come o quê?” E café tem carne? Chocolate? Pão? Bolo? Batata frita? Chips? Pão de queijo? Arroz? Feijão? Salada? Mandioca? De uma coisa eu tenho certeza: você não morre! E essa seria a coisa mais grave de qualquer mudança.

4) É ruim também ver as pessoas meio que querendo não te deixar excluída e fazer comida que você come (coitada da Dani que fez macarrão com legumes pra mim e a Anna que fez pastel de queijo) mas, eu sempre tive que fazer suco pra quem não tomava refrigerante, outra coisa pra quem não comia doce, não colocar cebola ou tomate na comida pra quem não gosta, então POR QUE NÃO FAZER ALGO SEM CARNE PRA MIM???? ^^

Pois bem, to vivendo muito bem, minha gente :D
Pra quem é vegetariano, tem um perfil no twitter muito bacana, é o @vidavegetariana. Eles sempre postam receitas boas e fáceis, além de alguns assuntos polêmicos sobre isso.

Sou vegetariana e não sou chata. Se você me acha, é porque talvez você seja :P

I’m modest, I know ;*

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

RainyDay


A chuva não pááára e ainda trouxe o frio =) Portanto, a dica mais "óbvea" que eu poderia dar aqui seria "um dia frio, um bom lugar pra ler um livro..." #NOT
Depois que me formei, me desapeguei um pouco de livro, que pecado, né? Mas acho que é porque tive que ler tanto e tanta coisa forçada, que até leitura de um livro agradável não me prende mais. Preciso voltar com esse velho hábito, tipo LOGO! Mas então... se você já preparou suas aulas (eu e Dani Lusa), já fez seus infinitos resumos/resenhas da faculdade, já cumpriu seu horário no trabalho, nada melhor do que tomar um super banho quente e... sentar na frente do computador :D êêêê! Aí logo depois que você checou todas as suas redes socias: orkut, twitter, facebook, e-mail, google +, finja que você tem todo o dinheiro do mundo e comece a fuçar em blogs/sites sobre moda, porque sonhar ainda não custa nada =) Eu, pelo menos, fico viajaaaando e comentando com a @anapelanda sobre tudo o que eu gostaria de comprar/usar, mas me dividindo em duas instituições de ensino, passo o mês meio apertada ^^ então fica só olhando e entendendo um pouco de moda ou por dentro do que está se usando pra poder ao menos chegar pra aquela sua amiga chique/rica/estilosa e dizer: ihhh, isso está suuuper OVER!!!

Preciso abrir uma digressão aqui: (vendo que roupas e acessórios de caveira estavam super na moda, é claro que eu tive que correr atrás de um anel de caveira, néam?! Mas como nessa cidade do fim do mundo nunca encontro nada, pedi pra Carol olhar lá em Toledo e comprar um pra mim. Ela achou, comprou e eu ameeeei! Quando as pessoas aqui de casa viram aquilo, riram de mim e ameaçaram não sair comigo caso eu estivesse usando ele! To nem aí, usei ele nos dois shows da Cachorro Grande, porque lá ao menos ele não era novidade ^^) Fecha digressão.

Então, aproveita essa chuva lá fora, esse frio aqui dentro, se encasaca, mete crocs nos pés e dá uma olhada nesses blogs aqui que eu tenho que ver todo dia:

*www.manrepeller.com
*www.blogdamariah.com.br
*www.lalarudge.com.br
*www.sanduichedealgodao.com.br
*www.garotasestupidas.com.br
*www.juliapetit.com.br
and of course... *www.luluzice.blogspot.com